Depoimentos

Walachai é um documentário delicado e que é querido por todos que o assistem. Neste espaço você, que  já viu o filme,  conhece a história, ou  fez parte deste projeto e conheceu um pouco mais sobre este fantástico e desconhecido local, enfim, declare seu amor por Walachai. Envie para o email walachaifilme@gmail.com e nós publicaremos nesta página,  junto a tantas outras declarações, que fazem parte da realização e sucesso do documentário.

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Rejane Zilles, assisti Walachai essa semana à noite pela segunda vez (a primeira foi no cinema). Me emocionei mais uma vez com a delicadeza, carinho e respeito com que te relacionas com esse local tão especial. És uma privilegiada em poder prestar uma homenagem dessa importancia à tua terra. Parabéns mais uma vez !!! Elaine Santos – Novo Hamburgo

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Rejane querida, Seu “Walachai” é uma garantia de vida, eternamente! A melancolia sua, deles, de vocês pula dos olhos e pega até os prevenidos medrosos ao afeto. Fiquei triste como poucas vezes fiquei feliz como poucas vezes fiquei. Ai, ai, ai, que filme bão de ver, de gostar e de rever. A sua coragem é mesmo do tamanho da coragem dos de Walachai. Não interessa se não vai durar, daqui não saio daqui ninguém me tira… né? Assim fiquei deliciado com sua estória de carroça que dura muito e de medo de sair de casa. Fiquei emocionado com a melancolia sem fastio, sem tédio, sem tristeza ou abatimento. Desânimo nem pensar, satisfeito melancolicamente excitado. Por vezes parei a imagem e pensei no Manoel de Barros minimalista melancólico e poderoso poeta. O encontrei em muitas imagens e dou VIVAS a você que fez sua vida no passado pro futuro. Egberto Gismonti – Rio de Janeiro

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Walachai é um documentário delicado e que é querido por todos que o assistem. Ao invés de depoimentos, teremos um mural cheio de declarações de quem já viu o filme, quem conhece a história, e principalmente de quem fez parte do projeto e conheceu um pouco mais sobre esta linda história.

Rejane Que sublime teu filme, eu compartilhei, marquei amigos na foto e tô realmente encantado … Escrevi isso no compartilhamento : ” To super sem adjetivos, acabei de assistir ao filme Walachai de Rejane Zilles , que tranquilamente poderia ser de Akira Kurosawa, dado a grandeza do valor da coisa pequena que reverbera a potência da alma humana …”  disse isso pra estabelecer algum paralelo com a cultura cinematográfica, mas o filme é muito rico em todos os sentidos… emoções e horizontes se alinham e vc fica querendo dar um passo pra algum lugar, até mesmo voar … “ Walachai está em cartaz, não perca por nada, imperdível por tudo ! ” … e como disse o Eduardo Galeano sobre si mesmo usando a pergunta de um repórter a ele : vc parece que tem um olho no microscópio e o outro num telescópio !” Walney Costa – Porto Alegre
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Rejane!!! Mais uma vez, fiquei encantada e emocionadíssima com teu trabalho! Obrigada pela sensibilidade com que conduziste o filme, o cuidado com as pessoas e com o lugar. O filme não é nostálgico, nem melancólico, nem saudosista, e também não transforma as pessoas e o lugar em algo sagrado. Simplesmente mostra a beleza e poesia de ser o que se é, do lugar onde se vive. Às vezes só precisa de alguém que indique o caminho, mesmo que já se esteja nele. Obrigada por ser a lente de aumento, e por compartilhar conosco teu olhar. Cristiane Ferronato – Caxias do Sul
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Alô Rejane Tive a oportunidade de assistir teu filme Wallachai. Digo melhor, assisti em todas as versões;português, alemão; inglês e uma vez com minha filha.  Achei de uma pureza incrível.Como tenho origem alemã direta,muitos dos depoimentos sobre a época da guerra foram vividos por meus pais também. São depoimentos muito sinceros e, realmente o tempo parou por lá. A música, muito bem escolhida, combina com o ambiente. Cheguei à conclusão que não precisamos muito para viver e sermos felizes; um biquini e a possibilidade de varrer o pátio podem ser o suficiente… Continue produzindo bons trabalhos como esse. Parabéns. Quem sabe , um dia, o Brasil melhore a sua percepção do quanto é necessário cultuar memórias e, não seja mais necessário tanto sacrifício para trazer ao grande público , algo que deveria ser parte integrante de todas as demais culturas que aqui vivem, não sendo necessários tanto isolamento. Ingrid Regina Ermel – Novo Hamburgo

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Gostaria, de parabenizar a Rejane e toda a sua equipe pelo importante (historicamente), zeloso, de alta qualidade artística e belíssimo trabalho realizado. Um abraço e espero que até logo! Adair Gass – Instituto Goethe POA
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Assisti ao filme no sábado aqui em Caxias. Tivemos a possibilidade inclusive de conversar com a Rejane. O filme tem imagens lindas. A historia de vida e do cotidiano das pessoas desta comunidade são de uma beleza e simplicidade comoventes. Apesar do filme  focar uma comunidade específica, ele tem um caráter universal. O amor ao seu lugar e às suas origens faz parte da história da  maioria das pessoas ligadas à terra. Para mim transparece no documentário o fato de que as pessoas só saem do seu lugar quando empurradas para fora dele. O filme é imperdível. Um abraço Ruth Santini – Caxias do Sul
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…..QUE TRABALHO FANTÁSTICO.  Não resisti e “achei o tempo” durante a novela. Se ganha tempo quando deixamos de fazer o que não deveríamos!!!! UMA FOTO 360º DA VIDA ISOLADA EM 2009!!! Agora faça uma migração para 1840/50 até 1874 (movimento Muckers)!!!!! Na Europa o apogeu da música clássica, palácios e mais palácios, primórdios da máquina a vapor e a industrialização e os nossos antepassados aqui derrubando “mato no grito”!!!!  Isto não é sentimentalismo!!!  É obrigação nossa resgatarmos as lembranças que ainda existem!! Abraços Ruben Arend
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Rejane! Moro no Rj e ao ver o trailler fiquei emocionada! Parabéns! Como posso adquirir? Imaginas o valioso tesouro que tens nas mãos? Parabéns pela iniciativa que emociona, que nos faz no pensamento ir longe e faz recordar sons,cheiros… saudades..Delicado registro desta terra e desta gente especial. Não sou de Walachai, mas carrego nos genes a mesma história destes desbravadores que se fixaram no Sul… Moro há muito longe desta linda terra e da nossa gente e ver seu documentário só reafirma meu orgulho! Lele Langner – Rio de Janeiro
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Walachai é minha terra natal. Nasci lá em 1954. Sinto orgulho do trabalho maravilhoso da Rejane Zilles. Ver minha terra e meus parentes nas telas do mundo é um misto de saudade e recordação das minhas raízes. Pe. Paulo Wendling – Novo Hamburgo
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Olá Rejane. Sou pesquisadora da UFRJ. Vi seu filme na Mostra Internacional do Filme Etnográfico. Parabéns!! O filme é de uma doçura notável. Marcinha Tavares – Rio de Janeiro
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Adorei Walachai. Algo sem mistificação e sem difamação sobre a colônia dita “alemã”. Paulo Frank – Porto Alegre

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